5 de fevereiro de 2012


Techno Genesis no 1 Minuto

Parabéns Marciano L. Capellari, Nicolas P. do Amarante, Mark D. Freiberger e Sarah M. Benedetti, que tiveram seu vídeo Techno Genesis selecionado pelo Festival do Minuto ! Pena que na ocasião estavamos todos em férias pra votar. Espero termos novas oportunidades pra comemorar.

31 de maio de 2010

Festival de Arte e Criatividade Movel

MOBILEFEST
é um festival composto de diversas atividades, como o evento anual que contempla seminário e mostra internacionais e o Prêmio Mobilefest. O objetivo do evento é o de promover ampla reflexão sobre o impacto promovido pelas tecnologias móveis e sem fio em diversas esferas sociais, como cultura, educação, arte, saúde e meio ambiente. O tema deste ano foi:
"Como a tecnologia móvel pode contribuir para a democracia, cultura, arte, ecologia, paz, educação, saúde e terceiro setor?"

Entre as atividades, aconteceu o Flash Mob de Realidade Aumentada que movimentou a praia de Ipanema com "Androids" e iPhones no último dia 29 de maio. O Holandes Sander Veenhof (1973) é quem esteve por trás do conceito de flahsmob de realidade aumentada, representado pela primeira vez em Dam square, Amsterdam. Veenhof tira mais proveito gerando um contraste entre o minimalismo de suas criações e o efeito máximo que as mesmas pretendem atingir. Alta-tecnologia alimentada por baixa-tecnologia.                                               Imagens Iphone_01 051 (Cadu Lacerda)
Registros podem ser vistos no site oficial do evento: http://mobilefest.org/

Confira também no blog do Instituto Sérgio Motta, os ganhadores do
II Prêmio Mobilefest
nas categorias foto, vídeo, poesia e micro conto, referentes ao tema Meio Ambiente Real e Virtual ://blog.premiosergiomotta.org.br/category/artec/artistas-premiados/

Outros sites relacionados: http://www.artemov.net
http://www.blasttheory.co.uk/index.php
http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa




                                                   

24 de maio de 2010

Memória do Futuro

Que tal uma visita virtual pela excelente exposição :
A exposição apresenta uma releitura do que foi feito pelo Itaú Cultural nesses 10 anos de arte e tecnologia no Instituto. 


Segue também um trecho do documentário de Manoela Ziggiatti com os bastidores da montagem da exposição e depoimentos das artistas Diana Domingues, Regina Silveira e o colega Adriano na foto!

20 de abril de 2010

Regime Visual Web Arte


O conceito de web arte se tratando do aspecto de imagem, é muito utilizado através de imagens captadas da realidade, imagens totalmente construídas via computador e também criações experimentais relacionando as duas. Os ícones estabelecem uma espécie de alfabetização visual que possibilita ao navegador descobrir possíveis indicações de caminhos oferecidos pelo artista de web arte. O primeiro e mais tradicional regime é o da utilização de imagens captadas do mundo real e introduzidas no computador através de recursos digitalizantes que as transformam em signos numéricos.
A web arte tem como principal diferença das artes de vanguarda, a interação do usuário com a obra, sendo assim não existe mais um único criador, e sim vários. Outro aspecto também da web arte é que não existe mais original e cópia, pois a obra esta em mudança continua, não tendo também um fim. Ela é uma arte efêmera, pois muitos dos parâmetros do software controlador das instalações são aleatórios, criando uma experiência única para cada usuário ou ainda para cada visita.
Diversos autores apontam para a interatividade como elemento fundamental dessa visualidade, de maneira que o usuário não é mais apenas espectador, mas co-participante, co-criador. Cada usuário é independente para seguir seus trajetos e fazer suas escolhas, ainda que muitas vezes limitado pelas possibilidades que lhe são oferecidas pela proposição dos artistas e pelos recursos dos software utilizados.

Fontes:
www.wokitoki.com.ar/post
www.eternalsunset.net
www.rebangroup.org

Renata Sirtoli
Júlio César Baldasso
Jean Taffarel
Vinicius Deboni Falaginha

Software Art


A software art leva a escrita de programas para projetos artísticos, envolvendo a forte dimensão comportamental das conexões homem/computador pela ampliação da sensorialidade e tipos de vida. Na software art os artistas investem nas qualidades estéticas e nos modos de percepção, na carga subjetiva e nas qualidades estéticas das interações, outros criam alternativas para grupos sociais. Criações como programa especulativo e social, verificam forma de viver a natureza cíbrida (que remete às redes sem fio), nessa mescla de espaços físicos e digitais. A rede fornece a infra-estrutura necessária na qual criamos um sistema inter-relacionado, aberto, da arquitetura descentralizada pelo tempo e pela distância, que transcende as outras estruturas da comunicação.
Pela sensorialidade ampliada através de interfaces para interação e imersão, os limites enter real e virtual se dissolvem confirmando a magia das tecnologias interativas. A imersão reafirma o alto poder da realidade virtual de iludir os sentidos e permitir ao corpo um campo de percepção expandido. No caso, a magia de estar imerso num mundo biológico simulado no qual o corpo parece “sonhar acordado”.


Esculpir o digital

Obra de Jarbas Jácome é um dos expoentes da nova artemídia brasileira. Vencedor do 8º Prêmio Sergio Motta na categoria Início de Carreira, o artista criou o software livre ViMus, que desenvolve desde 2004 e utiliza em instalações artísticas, institucionais, espetáculos musicais e de dança. Seu mais novo trabalho. O artista explica em seu blog que “trata-se de uma instalação na qual o visitante é convidado a fazer uma escultura digital usando os movimentos dos dedos capturados por duas webcams posicionadas perpendicularmente sobre uma estrutura com iluminação controlada.” A instalação em homenagem ao Mestre Vitalino foi feita usando o software livre ViMus OBOGUI ainda em desenvolvimento.  

Fonte: http://blog.premiosergiomotta.org.br/category/software-art/

                                          Filipe Cansoni
              Gabriela B. 
Reschke
                                                                                                                           Vanessa de Andrade

O sentir tecnológico


Historicamente falando, na arte, nossos sentidos e pensamentos limitavam-se ao visual e estático. A estética fixava-se no contemplar passivamente as obras, procurando interpretar a real intenção do artista.

Com o advento tecnológico ocorre um deslocamento dessa maneira de pensar e sentir. O observador deixa de contemplar, apenas, e passa a interagir com as obras, no intuito de ajudar a construir e melhorar a ideia do artista. O que nos torna co-autores da obra. Passa-se a ter uma preocupação maior com a interatividade, tornando o antigo observador em participante ativo no processo de criação artística. A interação com o usuário, possibilitada com as novas tecnologias, permite remover o usuário de seu próprio corpo mergulhando-o em ambientes virtuais que podem, inclusive, serem controlados por seus sentidos direta ou indiretamente. Não se limita controles manuais, expande-se essas possibilidades com controles ativados pelo movimento corporal, seja respiração, olhar, entre outros.

Essa nova maneira permite explorar sentidos anteriormente esquecidos, deixados adormecidos. O uso das tecnologias aliados à arte permite acordar esses sentidos propiciando um novo olhar, uma nova maneira de pensar a arte, pois abre possibilidades antes inexistentes devido às limitações e até mesmo a nossa indiferença a certos sentidos. Deixa-se as limitações corpóreas e projeta-se os sentidos além-carne. É possível sair do corpo e assumir um “corpo” sem carne, como uma extensão não limitada ao mesmo. Projetam-se os sentidos a um universo criativo, repleto de possibilidades, limitado-se apenas pela imaginação de cada um.

Novas tecnologias tornaram-se não apenas extensões físicas, mas abrangem nossos sentidos, transpondo-os aos limites da arte.

Marciano Lagni Capellari
Mark Douglas Freiberger
Nícolas Panazzolo do Amarante
Sarah Martinelli Benedetti

13 de abril de 2010

Arte, Ciência e Tecnologia

As postagens a seguir procuram relacionar a confluência entre Arte, Ciência e  Tecnologia,  buscando refletir  a estética e as técnicas na cultura digital.